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Posted by on abr 10, 2010 in Sem categoria | 0 comments

Irritando Wilka

Não sei se vocês conhecem o programa da Fernanda Young com título similar, agora entrando em nova temporada com novo visual, horrível, eu preferia o chanel pretíssimo com franjas, como o meu! ha! Bem o programa não é legal diga-se de passagem, mas dia ou outro o entrevistado é muuito bom. Voltando ao Irritando Wilka, não sei se é porque o dia hoje está nublado e há pouco choveu forte e está frio, que estou assim, irritada. Não não, não estou de TPM, graças à Deus não sofro disso, pasmem! Ontem fui buscar meu marido, à noite, no trabalho. Na volta um “playboyzinho” (êta termo antigo mas servia perfeitamente para a situação), vinha de golf preto com o som “no talo” (se é que se pode chamar de som, mas sejamos democráticos, gosto é gosto) e velocidade idem com a luzinha acesa ao invés do farol. Aiii gente, me perdoem a falta de tempo e a implicância, mas eu tenho um óóódio (no bom sentido) de luzinha baixa à noite. Sabe aquela pessoa que quer andar só com o farol de milha ligado para fazer um H com a moçada e não tem farol de milha no carro!??? Olha, se você que me lê é um desses: Por favor! Além de ser contra a lei, pode causar algum acidente e ainda por cima é ridículo!
Bem dormi bem, tomei um café da manhã legal, com cuca, pãozinho, polenghi, cafezinho do marido (que é muito bom). Fomos, nós três (pai mãe filho) para a Feira do Livro que acontece todos os anos aqui na nossa cidade. Chegamos lá e nosso estande estava sem o nome de nossa editora, por falta de organização do pessoal responsável. Tudo bem. Passou.
Chegando em casa – moro no alto de um morro, na última casa – meus “vizinhos”, jovens mal educados e também sem ter o que fazer (sim porque se você tem lugares para ir, programas bacanas não fica em casa o dia todo ouvindo música de má qualidade no último volume, fica?!) têm o costume de reunir os amigos e estacionar os carros “tunados” dos dois lados da rua, dificultando, e muito, o trânsito de carros. 
Para meu pavor moro na última casa e sou o b r i g a d a a passar entre eles. Ai Mon Dieu!!!! É o Ó! Esse tipo de comportamento já rendeu conversas com eles, com os pais, com a polícia. Mas cultura, informação e educação são coisas ligadas entre si mas muito diferentes não acham?! Não sei qual dessas três melhor se adaptariam à situação. Quem sabe as três?
Por que não me mudo? Porque é o sonho do meu marido, casa própria, no Morro do Finder, parece uma chácara pequenina, ladeada por mata de preservação permanente, com árvores frutíferas, maracujás, limões, mexericas, ariticum, ameixa, bananas, um quintal legal e um gramadinho fofo para meu filhote, espaço para meus três cachorros. A gente acorda e vê aquilo tudo e esquece um pouco a aporrinhação humana sabe?
Ai ai…Pensando bem, não estou mais irritada!
Beijins

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