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Posted by on nov 21, 2014 in Cinema | 2 comments

The Hunger Games: Mockingjay – Part 1

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Sou daqueles que lê um livro e fico imaginando cada cena que deveria aparecer num filme se por acaso fizessem ele. Não é segredo de ninguém que ultimamente se um livro fez um sucesso, com muita certeza ele vai virar filme. É a fórmula mais fácil para hoje a indústria do cinema acabar lucrando. No TOP 20 dos filmes com maiores arrecadação, nove são baseados em livros.

Essa madrugada teve a pré-estreia de “Jogos Vorazes – Esperança – Parte 1”, e o Brasil novamente foi o escolhido para ser um dos primeiros países a ver um filme Hollywoodiano, dois dias antes que os EUA. Já aconteceu isso com 007 – Skyfall e irá acontecer novamente com a saga Divergente – Insurgente em março do ano que vem.

Sinceramente, amo quando os cinemas fazem essas pré-estreias, onde que o público se desloca até o shopping, ou a localidade que o filme irá passar à meia-noite. O público que comparece acaba criando todo um clima diferente das estreias em horários considerados normais. Os fãs acabam se aproximando mais, pois ninguém sai da sua casa para ir num lugar essa hora da noite para ver algo que não gosta.

A estreia de “Jogos Vorazes – Esperança – Parte 1”, foi a maior estreia de um filme no Brasil, cerca de 1,4 mil salas, quase 50% de todas existentes no país, superando “Saga Crepúsculo – Amanhecer – Parte 2” que foi 1,3 mil.

Baseada nos livros de Suzanne Collins, a história conta sobre um país isolado após uma guerra, que se divide entre a capital Panem e mais 13 distritos, onde cada distrito é responsável por algum produto/matéria prima. 74 anos antes do atual tempo que se começa no primeiro livro, aconteceu uma revolta do distrito 13 contra a capital Panem. Houve uma guerra onde que todo o distrito 13 foi dizimado. E para oprimir os outros distritos, criam os Jogos Vorazes (Hunger Games) onde cada distrito é obrigado a mandar dois tributos, um masculino e outro feminino, entre 12 e 18 anos. Sendo no total de 24 tributos, que são colocados em uma arena, no qual seu único objetivo é sobreviver, e o jogo só termina quando apenas um tributo estiver vivo na arena.

Sou o Alê Radun, jovem, impaciente, gosta de tudo que é estranho, e tem a meta de parar de ser totalmente aleatório antes dos 25 anos.