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Posted by on maio 26, 2010 in Cinema | 1 comment

I’m Lost…

Locke, Jack, Kate, Sawyer, Sayid, Charlie e Hurley (ammei!!)

Ai gente, não posso deixar passar assim, em branco… Acabou Lost…é coisa de amor e ódio, sabe? Você ama Lost ou odeia. Ou pior: ama Lost e odeia amar Lost! Ou como meu marido: odeia Lost e ama odiar Lost!
Enfim…ufff… acabou, passou, quem não viu, agora só em dvd e eu, doente, já encomendei os meus…estão a caminho…Vou sim, assistir desde o começo, tudinho de novo, para ver em que parte eu me lost! Sim, pois devo ter perdido algo pelo caminho, pois continuo perdida até agora…hahahaha
Não sou daquelas fanáticas que compra até livros sobre o Dharma, mas confesso que fiquei, e muito!, interessada na saga desses sobreviventes numa ilha. Fui fisgada de cara pelo perfil psicológico de cada personagem que ia se desenhando a cada episódio, mostrando uma carinha bonita e uma intenção não tão bonita assim, mostrando pra gente que a gente erra, e bastante!, nos julgamentos que faz e se deixa levar, muitas vezes!, pela emoção de uma primeira impressão ao invés das experiências vividas e os fatos. Assim Lost me conquistou.
Psicóloga que abandonou o divã, nunca deixei de lado a psicologia, mas a profissão. 
Desde menina fui atraída por coisas de mistério, contos e causos. Sempre amei TV já que sou da geração que teve a TV como babá. Sempre tive altíssimo grau de empatia, com cinema, novela, games; fico nervosa e suando, angustiada em completa sintonia com o cara do filme ou game em questão. Quando jogava Tomb Raider, tremia de nervoso ao atacar meus inimigos no game, ficava tão concentrada que quando o telefone tocava eu levava aquele susto! No mundo de Lara Croft não tinha telefone, oras!
Se gosto, sigo e bato o pé sem vergonha de ser feliz e assumir que gosto de novela e por que não? Com Lost foi igual. Nunca tive vergonha de gostar de Lost. Aliás acho que o entretenimento é maior com pessoas assim, como eu, que vivem aquele momento como único e real, para depois voltar a realidade. Intelectuais à parte, que juram de pé junto que a televisão emburrece…: eu discordo. Não que eu seja um “poço” de inteligência, mas existem coisas interessantes também na televisão. Talvez não seja o caso de Lost, nem de nenhuma série da TV. Mas isso é assunto para outro post e outra ocasião.
Para mim, a série foi uma metáfora, para ficar claro que, ficção ou não, todos temos nossos momentos de fraqueza de onde tiramos força, Deus sabe de onde; todos temos segredos, defeitos que gostaríamos de esconder, desvios de caráter, doenças, crimes, maldades, medos. Enfim, todos queremos uma nova chance. Um começar de novo, do zero. Onde ninguém sabe quem você é. Onde você tem chance de construir um novo você. Reforçar o que tem de bom. Excluir o que tem de ruim. Ou não. Ou o contrário. O que contou foi a jornada de cada um, o que cada pessoa leva de experiência, de aprendizado e como você trilha seu caminho.
Mas é muito bom saber que há uma jornada a ser trilhada. E como um assunto que sempre está em pauta entre meu primo Mathias e eu é justamente a pergunta maior de Lost: escolhemos nosso caminho ou ele já está pronto para ser trilhado?

1 Comentário

  1. ai eu nunca sei tb…

    as vezes acho q temos uma missao… se vamos completa-la ou não, é outra história..

    Acho que temos um caminho pronto.. mas podemos desviar… e desviando.. um novo caminho se abre.. e assim por diante..

    AAAAAAAAAAAAAAAA q bom q voltou a atualizar..
    vai preparando o café que as 18 to ae ahuhuahua

    soh coisas light

    bjbjobjob

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